1985-86-87-88 – SINTETIZADORES:
Se funcionou bem com os temáticos Classics in the air (o pico máximo dessa fase), do mesmo tempo, não diria o mesmo das séries tradicionais. Ao mesmo tempo em que a tecnologia aumentava, uma crise capital se alastrava no mundo inteiro e os sintetizadores, midis, coisas assim, chegaram para o terror dos músicos de orquestra e de instrumentos até então pesados. Longe do pessoal do eruditismo, que sofreu também (mas que sempre teve seu público cativo),
um susto. E eis que até mesmo os naipes de sopro foram suprimidos aqui, além de baixo e bateria, substituídos por sintetizadores horrorosos. Quero acreditar que essa foi uma decisão corporativa, relacionada a gravadoras e empresas do setor. Manter uma orquestra era por demais caro. Aliás, sempre foi. Dia desses, Nelsinho Motta disse que apesar de ser o sonho de qualquer artista tocar com uma orquestra era, hoje, totalmente inviável manter uma. Acredito. Além do mais, a comparação com as versões originais, muito populares, é inevitável. Talvez essa fase tenha vindo à reboque dos bem sucedidos Classics. Mas o objeto era diferente...
um susto. E eis que até mesmo os naipes de sopro foram suprimidos aqui, além de baixo e bateria, substituídos por sintetizadores horrorosos. Quero acreditar que essa foi uma decisão corporativa, relacionada a gravadoras e empresas do setor. Manter uma orquestra era por demais caro. Aliás, sempre foi. Dia desses, Nelsinho Motta disse que apesar de ser o sonho de qualquer artista tocar com uma orquestra era, hoje, totalmente inviável manter uma. Acredito. Além do mais, a comparação com as versões originais, muito populares, é inevitável. Talvez essa fase tenha vindo à reboque dos bem sucedidos Classics. Mas o objeto era diferente... .jpg)
Arranjos como sempre mágicos, mas alguns timbres ficaram estranhos. Uma pena. Não aprecio muito essa experiência. Mas depois, no decorrer dos anos 90, como uma remissão, houve o retorno a sons bem mais interessantes. De qualquer forma, algumas coisas ficaram bem, como La mer e She. Dos lançamentos usuais, 1985 se diferencia da 'fase 86-88' pelo fato de não se reprimir tanto os naipes de sopro, a percussão e o baixo em detrimento da eletrônica. De resto, tudo bem, como sempre. Transparence dá o tom nesse ano, na minha concepção.
(capa meramente ilustrativa)
1985 - Alla Figaro
1985 - Canon
1985 - Danse Hongroise no.5
1985 - Hymne a la joie
1985 - La Traviata (Prelude)
1985 - Prelude en Do majeur
1985 - Reve d'amour (Liebestraum no.3)
1985 - Sonata Pathetique
1985 - Symphonie no.40 (Menuet) (3rd movement)
1985 - Toccata et fugue en Re mineur
1986 - 5e Symphonie (from Symphony No.5)
1986 - Aria (Air for the G string)
1986 - Badinerie (from Orchestral Suite No.2)
1986 - Carmen (Habanera)
1986 - Intermezzo
1986 - Rhapsodie Hongroise no.2
1986 - Windy
1985 - Canon
1985 - Danse Hongroise no.5
1985 - Hymne a la joie
1985 - La Traviata (Prelude)
1985 - Prelude en Do majeur
1985 - Reve d'amour (Liebestraum no.3)
1985 - Sonata Pathetique
1985 - Symphonie no.40 (Menuet) (3rd movement)
1985 - Toccata et fugue en Re mineur
1986 - 5e Symphonie (from Symphony No.5)
1986 - Aria (Air for the G string)
1986 - Badinerie (from Orchestral Suite No.2)
1986 - Carmen (Habanera)
1986 - Intermezzo
1986 - Rhapsodie Hongroise no.2
1986 - Windy
(capa meramente ilustrativa)
1987 - Cantata No.147 (Jesus, joy of man's desiring)
1987 - Carmen (Medley)
1987 - Divertimento
1987 - Fur Elise
1987 - Humoresque
1987 - Melody
1987 - Prelude (Asturias)
1987 - Symphony No.40 - 1st movement
1987 - The spring (1st movt.) - The four seasons
1987 - Zigeunerweisen
1988 - Aquarius
1988 - Cerisiers roses et pommiers blancs
1988 - La mer
1988 - La reine de Saba
1988 - Parlez-moi d'amour
1988 - Pearl fishers (Les pecheurs de pearls)
1988 - She (Tous les visages de l'amour)
1988 - Sous le ciel de Paris
Gilles Gambus e Serge Planchon em
Toccata et fugue en Re mineur, em um institucional; 1985
(clique na imagem para ver o vídeo)
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